Carros chegam no porto de Santos: brasileiro pagará 30% a mais
A decisão do governo Dilma, de taxar em 30% os carros importados sob o pretexto de proteger a indústria nacional, faz lembrar a anedota do homem traído que ao chegar em casa e flagrar a mulher com outro no sofá decide-se por manter o casamento, mas livra-se do sofá.
Explico: ponto 1 – não temos indústria automobilística nacional. O único projeto frustrado que tivemos foi com a Gurgel, ainda nos anos 70, que fechou suas portas há mais de 20 anos. O que temos hoje são multinacionais que produzem veículos aqui - e tão somente isso.
Ponto 2 – essas multinacionais continuam oferecendo ao brasileiro verdadeiras carroças a preços abusivos, enquanto que o governo cruza os braços. A maioria dos carros continua sendo produzida sem air-bag, freios abs ou qualquer outra tecnologia que possa diferenciá-los em um mercado cada dia mais competitivo e com poder de compra.
E o que faz o governo? Taxa em 30% os automóveis que chegam de fora com preço competitivo, qualidade e capacidade de fazer as empresas tradicionais a mudar sua postura conservadora, feita a partir da lógica do lucro fácil e produtos de baixa qualidade. Melhor faria a presidente Dilma se forçasse as montadoras aqui estabelecidas a produzirem carros de acordo com os padrões internacionais de segurança, qualidade e sustentabilidade. Do contrário, continuaremos retirando o sofá da sala enquanto poucos enchem os bolsos às custas do brasileiro.
Bom dia a todos.
Explico: ponto 1 – não temos indústria automobilística nacional. O único projeto frustrado que tivemos foi com a Gurgel, ainda nos anos 70, que fechou suas portas há mais de 20 anos. O que temos hoje são multinacionais que produzem veículos aqui - e tão somente isso.
Ponto 2 – essas multinacionais continuam oferecendo ao brasileiro verdadeiras carroças a preços abusivos, enquanto que o governo cruza os braços. A maioria dos carros continua sendo produzida sem air-bag, freios abs ou qualquer outra tecnologia que possa diferenciá-los em um mercado cada dia mais competitivo e com poder de compra.
E o que faz o governo? Taxa em 30% os automóveis que chegam de fora com preço competitivo, qualidade e capacidade de fazer as empresas tradicionais a mudar sua postura conservadora, feita a partir da lógica do lucro fácil e produtos de baixa qualidade. Melhor faria a presidente Dilma se forçasse as montadoras aqui estabelecidas a produzirem carros de acordo com os padrões internacionais de segurança, qualidade e sustentabilidade. Do contrário, continuaremos retirando o sofá da sala enquanto poucos enchem os bolsos às custas do brasileiro.
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